terça-feira, 30 de abril de 2013

Ontem, 29 de abril e hoje, 30 de abril

Os dias no Metrô parecem sempre iguais. Ontem de manhã, o Metrô estava super lento. Perdi 35 minutos entre a Estação Tatuapé e o Anhangabaú. Na volta, estava muito pior. Peguei carona até a Ana Rosa, mas quando cheguei à Sé... sem chances de embarcar (continuo com muito medo de multidão, mesmo depois de quase dois anos do transplante de córnea). Diante da imagem abaixo, fui embora de ônibus (vale ressaltar que a Praça da Sé está cheia de "noia" e de ladrõezinhos)...


Hoje, quando saí de casa, pensei: vou pegar o ônibus Parque Dom Pedro. Aí, desço no Belém e só uso pouquinho o Metrô. Às 8h, quando passei pela Estação Carrão, na Radial, a muvuca. Centenas de pessoas no ponto de ônibus e a passarela lotada. Do lado de fora, nitidamente, ouvi: devido a falhas na Estação Brás, as estações da linha vermelha estão fechadas e sem previsão de normalização.
Em resumo, fui de ônibus até o Parque D. Pedro, caminhei até o Terminal Bandeira e vim de ônibus... Cansada, estressada e com muita raiva dessa gente... Não vi a cara do governador ainda hoje, nem dos responsáveis pelo Metrô... esses aí, por sinal, correram para colocar a culpa no usuário...
Isso é uma vergonha! A maior cidade da América Latina vive esse drama diariamente. Pior é ver o governador na Tv fazendo propaganda enganosa.
Cara, vem usar o Metrô comigo. Só uma vez.. para sentir que eu não exagero. O Metrô de São Paulo é uma grande piada de mau gosto! 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Hoje, 10 de abril

Nos assustamos quando sentimos a violência cada vez mais perto. A morte estúpida do estudante Vitor Hugo Deppman, de apenas 19 anos, ontem, no bairro do Belém, aqui em São Paulo, é mais uma estupidez motivada pela certeza da impunidade. Em São Paulo, falta pulso... O governador é alheio a tudo o que acontece.. finge que não vê, não é com ele...
Há três semanas, passei no Belém a noite (por volta das 21h) e senti medo... as ruas são escuras e desertas (prefeito Fernando Haddad, se liga também... a cidade além de suja, está escura!!!!)
Até quando o Geraldo Alckmin vai se fingir de morto? O cara nunca aparece. No Rio de Janeiro, qualquer coisa que acontece, o prefeito Eduardo Paes e o governador Sergio Cabral sempre se mostram presentes. Pode não resolver, mas dão o mínimo de atenção ao povo carioca... 
Cadê o governador Alckmin? No sábado, foi o problema com os trens da CPTM. Diariamente, é o lixo do Metrô e viraram rotina os arrastões em condomínios, restaurantes e as mortes estúpidas.
Hoje, um furto dentro do meu vagão... entre o Carrão e o Anhangabaú uma moça ficou sem o celular... Reflexo dos vagões lotados onde você nunca sabe se a pessoa quer apenas entrar no trem ou te assaltar... Já os bandidos andam pra lá e pra cá de helicóptero...
Acorda, meu filho!!!!!!!!

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Hoje, 08 de abril

Esta matéria foi publicada hoje no IG. A conta (40 minutos para chegar ao Metrô; meia hora para passar na catraca; meia hora para conseguir embarcar; 50 minutos tentando chegar à Sé... depois, no meu caso, mais uns 30/40 minutos de ônibus até o Ibirapuera...)
isso é o transporte eficiente do governo do PSDB. Parabéns, governador! A frase muito boa que ouço todos os dias no Metrô: QUERO VER COMO SERÁ NA COPA DO MUNDO E, DEPOIS DA COPA DO MUNDO, QUANDO TIVER JOGO DO CORINTHIANS ÀS QUARTAS-FEIRAS À NOITE.. Porque não foi feita nenhuma obra de infraestrutura para o acesso ao estádio e o metrô não comporta nem nós!

Fila para o metrô chega a 30 minutos na zona leste

Problema afeta principalmente estações que dão acesso ao Itaquerão, o estádio do Corinthians, que vai ser uma das sedes dos jogos da Copa


A superlotação do metrô de São Paulo chegou às ruas. Passageiros da Linha 3-Vermelha esperam até 30 minutos para ultrapassar as catracas das estações na zona leste - o trajeto entre Itaquera e Sé é percorrido, em média, em 50 minutos. As filas gigantescas tomam as passarelas - todas descobertas - e invadem as calçadas. O problema afeta principalmente as estações que dão acesso ao Itaquerão, o estádio do Corinthians que terá jogos da Copa no ano que vem.



A reportagem acompanhou a rotina dos usuários das Estações Artur Alvim e Corinthians-Itaquera, entre 6h30 e 7 horas, na semana passada. Nesse horário aumenta a demanda no embarque sentido centro. As reclamações são generalizadas. "Tenho de acordar muito mais cedo por causa das filas. Fico de 20 a 30 minutos esperando só para entrar no metrô todos os dias", diz o fisioterapeuta Aarão da Cruz, de 38 anos, que desembarca na Sé.  

Há dias em que a espera pode ser mais longa ou mais complicada ainda. "Quando chove, vira bagunça e todo mundo tenta ir para a parte coberta", diz a auxiliar de escritório Iara Patrícia, de 18 anos, na Estação Corinthians-Itaquera. Ela conta que, em dias de caos no metrô, chegou a esperar uma hora do lado de fora. "Demorei duas horas para chegar ao trabalho. Deveriam gastar menos no estádio (Itaquerão) e mais no metrô", diz. 

A representante comercial Maria Cruz, de 27 anos, afirma que a fila em Artur Alvim se divide em três. "Ela faz uma bifurcação para os dois lados da rua. Tem outra parte dela, que é a pior, que começa da outra entrada do metrô, pelo terminal de ônibus." 

O estudante Danilo Liberato, de 17 anos, que pega o metrô diariamente na Corinthians-Itaquera, diz que, às vezes, fica difícil até descobrir onde começa a fila. "Tem dias que forma um caracol na passarela, com as pessoas indo e voltando." Para o churrasqueiro José Antonio da Silva, de 55 anos, a espera para passar pela catraca é só começo do sufoco. "Depois tem de pegar o trem lotado, daqui até a Estação Santa Cruz, onde eu desço." 

Pela Linha 3-Vermelha, a mais lotada de todas as cinco da rede, passavam em 2012, por dia, 1,191 milhão de passageiros, em média. Foram cerca de 70 milhões a mais de pessoas diariamente na comparação com 2011, quando 1,119 milhão de usuários circulavam pela linha.No sistema inteiro, a demanda subiu 70% entre 2010 e 2012, passando de 2,7 milhões passageiros transportados por dia para 4,6 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo